sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Babada mutante...
Assim que as meninas completaram 3 meses, nossa vida mudou, digo nossa porque estamos todos envolvidos, pra elas a mudança foi enorme porque se antes vivam sequinhas, de boquinha limpa agora vivem meladas, e com macacão babado, mas muita baba mesmo, as vezes na frente esta tudo uma graça, mas não sei como a baba mutante,
(pois pela quantidade só pode ser uma mutação, pois um bebê tão pequenino não pode produzir esta quantidade de gosma), vai pras costas delas, isso mesmo, as costas, e quando as tiro do berço minha mão sente aquela umidade, e pronto, la vamos nós trocar o macacão, o body, a fronha do travesseiro, as vezes até o cobertor, pois fica tudo melado...e pra nós além do trabalho das inúmeras trocas de roupas delas durante o dia, ainda temos as nossas trocas de roupas, porque ao pegá-las no colo é inevitável que a baba monstra escorra em todo lado, pingue no chão, um verdadeiro caos, até nosso cachorro Gustavo já recebeu sua porção de baba na cabeça.
Saudade da época, que elas tinham a boquinha mais sequinha e fofa do mundo, de vez em quando era necessário limpar somente o pouquinho de leite que caia, agora imagine quando os dentinhos começarem a crescer que delícia que vai ser, por que além das roupas, serão fraldas babadas, dedos babados, brinquedos babados e tudo mais que elas conseguirem levar na boca, inclusive o cabelo desta mamãe aqui, que ela adoram segurar e apresentá-lo a baba ! Obviamente que tento evitar, mas tem horas que é difícil lutar com as pequeninas e ágeis mãozinhas, e a boquinha que mais parece uma pequena lagoa!
Pior que isso,só a fraldinha delas e as surpresinhas das mesmas, mas deixo esta pra outro dia, de coisa nojenta já basta a baba mutante!
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Minhas bebês, minhas mocinhas!
Deus, o tempo não passa , ele voa veloz demais!
Estamos as vésperas da Clarinha e Dudinha, completarem 4 meses, parece que foi ontem que eu entrava na uti pela primeira vez, e depois de alguns dias, pude segurar os poucos mais de 1 kg 1/2 das mocinhas...
Ontem, estava arrumando a roupinha delas e já tenho tanto pra doar, elas estão perdendo as roupas, começaram a endurecer o pescocinho, reconhecem os brinquedos, e acho que estão começando a perceber seus nominhos, hoje quando as chamo elas sorriem, e a Duda agora a pouco no sofá, eu chamei e ela virou o rostinho e deu aquele sorriso, coincidência ou não, fiquei feliz, é bom vê-las evoluir!
De manhã, quando chego perto do berço e dou bom dia à Clara, ela abre aquela gargalhada e da um gritinho, como se me dissesse bom dia também, não tem jeito, todo dia fico emocianada quando elas fazem isso, a Duda é mais contida pela manhã, ela sorri, esfrega a mãozinha no rosto na chupeta, e geralmente cai no sono novamente, a Clarinha não, ela sorri o tempo todo, esta sempre com as mãozinhas agitadas.
Elas também reconhecem as pessoas, meu irmão por exemplo, a Duda só de ouvi-lo começa a procurar e quando o encontra é só risinhos, agarra nos dedos dele e fica no céu, a Clara é assim com o Brenner e minha mãe, quando vê um dos dois seu rosto se ilumina, também quase não são mimadas!!!
Eu me contento em ter o dia ao lado delas, conhecer cada choro, cada gritinho, cada resmungo, de vê-las como pessoas diferentes, que tem gostos e vontades diferentes. Sou grata pela oportunidade de acompanhar cada descoberta, cada mudança, de aprender a ser paciente, alerta, atenciosa, de ser uma "expert" em testar a temperatura da mamadeira, a temperatura do banho, de aprender a contar histórias que envolvam 6 cachorros , 2 princesas, dragões, gnomos e carruagens, aja criatividade e falta de sono pra andar pela casa, contar histórias e depois disso tudo lavar inúmeras mamadeiras...mas isso me faz completa,me faz feliz, me faz mãe da Ana Clara e Maria Eduarda, pessoinhas que eu respeito e amo demais!
Estamos as vésperas da Clarinha e Dudinha, completarem 4 meses, parece que foi ontem que eu entrava na uti pela primeira vez, e depois de alguns dias, pude segurar os poucos mais de 1 kg 1/2 das mocinhas...
Ontem, estava arrumando a roupinha delas e já tenho tanto pra doar, elas estão perdendo as roupas, começaram a endurecer o pescocinho, reconhecem os brinquedos, e acho que estão começando a perceber seus nominhos, hoje quando as chamo elas sorriem, e a Duda agora a pouco no sofá, eu chamei e ela virou o rostinho e deu aquele sorriso, coincidência ou não, fiquei feliz, é bom vê-las evoluir!
De manhã, quando chego perto do berço e dou bom dia à Clara, ela abre aquela gargalhada e da um gritinho, como se me dissesse bom dia também, não tem jeito, todo dia fico emocianada quando elas fazem isso, a Duda é mais contida pela manhã, ela sorri, esfrega a mãozinha no rosto na chupeta, e geralmente cai no sono novamente, a Clarinha não, ela sorri o tempo todo, esta sempre com as mãozinhas agitadas.
Elas também reconhecem as pessoas, meu irmão por exemplo, a Duda só de ouvi-lo começa a procurar e quando o encontra é só risinhos, agarra nos dedos dele e fica no céu, a Clara é assim com o Brenner e minha mãe, quando vê um dos dois seu rosto se ilumina, também quase não são mimadas!!!
Eu me contento em ter o dia ao lado delas, conhecer cada choro, cada gritinho, cada resmungo, de vê-las como pessoas diferentes, que tem gostos e vontades diferentes. Sou grata pela oportunidade de acompanhar cada descoberta, cada mudança, de aprender a ser paciente, alerta, atenciosa, de ser uma "expert" em testar a temperatura da mamadeira, a temperatura do banho, de aprender a contar histórias que envolvam 6 cachorros , 2 princesas, dragões, gnomos e carruagens, aja criatividade e falta de sono pra andar pela casa, contar histórias e depois disso tudo lavar inúmeras mamadeiras...mas isso me faz completa,me faz feliz, me faz mãe da Ana Clara e Maria Eduarda, pessoinhas que eu respeito e amo demais!
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Quem eu sou??? Oras, a mãe das gêmeas!

Ontem me peguei pensando, na quão orgulhosa eu sou, não só por ser mãe de duas princesas maravilhosas, minhas filhas são tranqüilas e apaixonantes (sim eu sou coruja) tenho certeza que vão dominar o mundo com seus sorrisos, é incrível como, quando alguém as conhece já fica preso aos encantos delas, parece que elas sabem que devem conquistar, então lançam pequenos risinhos, gritinho, fazem gracinhas e pronto a pessoa já esta toda boba, e se elas falassem com certeza iriam pedir mil coisas e você compraria só para fazê-las feliz, não há uma semana desde que nasceram que deixaram de ganhar um presente, nem que fosse uma coisa super simples, mas as pessoas se lembram delas e trazem lembranças!
Eu por minha vez, sou só alegria, mesmo tendo perdido a identidade, eu não sou mais a Fa, Fabi , Fabiana, eu sou a mãe das gêmeas, e meu marido o pai das gêmeas, minha mãe é a avó das gêmeas, e por ai vai..as únicas que importam são as gêmeas, eu não consigo ir no mercado com elas, sem que receba diferentes conselhos e simpatias, se gasto 10 minutos para comprar o que preciso gasto mais 30 só para dar atenção as pessoas que me param para vê-las, e lógico que Ana Clara e Maria Eduarda não se incomodam e enchem o rostinho de sorrisos, como se apreciassem a comoção que causam! No shopping é a mesma coisa, na farmácia, nas lojas, sinto-me a agente de duas mini celebridades! Como pode duas pessoinhas tão mínimas, causarem tanta curiosidade, e tanto afeto pois sinto que as pessoas desejam votos sinceros à elas, votos que transmito com o maior carinho as minhas pequenas!
Orgulho é pouco....o que sinto pelas pequenas é amor infinito, devoção, e tudo que tiver de melhor no mundo!
Eu por minha vez, sou só alegria, mesmo tendo perdido a identidade, eu não sou mais a Fa, Fabi , Fabiana, eu sou a mãe das gêmeas, e meu marido o pai das gêmeas, minha mãe é a avó das gêmeas, e por ai vai..as únicas que importam são as gêmeas, eu não consigo ir no mercado com elas, sem que receba diferentes conselhos e simpatias, se gasto 10 minutos para comprar o que preciso gasto mais 30 só para dar atenção as pessoas que me param para vê-las, e lógico que Ana Clara e Maria Eduarda não se incomodam e enchem o rostinho de sorrisos, como se apreciassem a comoção que causam! No shopping é a mesma coisa, na farmácia, nas lojas, sinto-me a agente de duas mini celebridades! Como pode duas pessoinhas tão mínimas, causarem tanta curiosidade, e tanto afeto pois sinto que as pessoas desejam votos sinceros à elas, votos que transmito com o maior carinho as minhas pequenas!
Orgulho é pouco....o que sinto pelas pequenas é amor infinito, devoção, e tudo que tiver de melhor no mundo!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Que rotina!
Nossa, inacreditável como este negócio de rotina para bebês dá certo, as meninas se acostumaram tanto com os seus horários e “tarefas” que agora, estamos sempre presos aos horários delas, ontem mesmo fomos ao mercado, e passamos do horário do banho, meu Deus que inferno, elas começaram a chorar, viemos para casa e arrumamos o banho mas mesmo assim, elas ficaram choronas, demoraram pra dormir, foi um verdadeiro caos, conclusão não podemos mais sair a noite, isto se quisermos ter uma noite tranqüila!!!..rs
Ontem a tarde fizemos uma sessão de fotos das princesas, imagina só, uma foto mais fofa que a outra, e a Duda amou, adora um flash, já a Clara é mais discreta, mas nos presenteou com seus sorrisos envergonhados e sutis mas mesmo assim lindos de morrer!!!!!!!!
Ontem a tarde fizemos uma sessão de fotos das princesas, imagina só, uma foto mais fofa que a outra, e a Duda amou, adora um flash, já a Clara é mais discreta, mas nos presenteou com seus sorrisos envergonhados e sutis mas mesmo assim lindos de morrer!!!!!!!!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Amando, logo de cara????

Ontem, lendo um trecho do livro Encantadora de bebês, me senti mais humana e normal, me senti livre de um fantasma que me atormentava desde o nascimento das meninas!
Assim que as meninas nasceram foi mágico, eu chorei na sala de parto, e ao vê-las pela primeira vez na incubadora, eu as amava, mas não amava como mãe, eu as amava como um pedaço de mim, algo que eu gerei, que eu fiz e somente, eu não sentia aquele amor avassalador, eu posso comparar com o amor de um amigo muito querido, elas eram amigas queridas que compartilharam comigo 7 meses de muitas mudanças, de muito choro e muita alegria, eram parte do meu dia, eram as “ pessoas” com quem eu desabafava, pra quem eu cantava, contava histórias ou o meu próprio dia-a-dia, eram amigas invisíveis aos meus olhos, mas sensíveis a minha alma e ao meu corpo, e quando pude vê-las em sua forma real, eu amei as companheiras dos meus 7 meses, como aquele amigo que você se corresponde por carta, você sabe que ele existe, você não o vê (em alguns casos nunca viu) mas você gosta dele, com as meninas foi assim eu gostava delas!
Logo que voltei pra casa, conversei com uma amiga e ela me falava do amor pelo filho, era incondicional, e de tudo que fazia por ele, e das noites que passava em claro, de como amamentou no peito durante mais de um ano, seu zelo e afeto transbordavam em cada palavra, e eu com tudo isso me sentia diminuída ao máximo, pensava que jamais seria capaz de sentir tal afeto pelas pequenas, me sentia a pior mãe do mundo, me perguntava porque aquele amor que ela sentia também não habitava em mim?! Porque eu não conseguia sentir esta urgência em amar que ela sentia? ! Confesso ter passado noites em claro me perguntando isso, de ter entrado no quarto das meninas enquanto elas estavam na uti e ter chorado muito, eu me lembrava da minha mãe voltando do hospital quando teve meu irmão mais novo em prantos, pois ele ficou na UTI por causa da icterícia,a minha mãe chorava de soluçar , isso não aconteceu comigo, o que me afundou mais ainda!
Claro, que assim que elas chegaram em casa, a situação mudou e foi crescendo uma urgência, uma necessidade de estar perto, de amá-las, de querer sempre o melhor, de ler e aprender, de ser a mãe, de fazer tudo por elas e não deixar ninguém tomar a minha frente, eu quis e me decidi que seria suficiente em tudo na vida delas, que eu trocaria, que eu daria banho (mas quem faz isso é o Brenner, por causa da minha coluna), que eu alimentaria, que eu ficaria acordada, que eu vestiria, que eu levaria ao médico, eu seria o que minha mãe é para mim até hoje, meu melhor exemplo!
Meu medo do fracasso, minha insegurança não me permitiam sequer mencionar o assunto, eu acha que era a única no mundo a sentir o que sentia, o que me impediu certamente de partilhar com o meu marido ou qualquer outra pessoa o que ocorria.
Só então ontem, ao ler o livro compreendi o óbvio, ninguém ama sem conhecer, eu tinha um conhecimento vago das minhas filhas enquanto elas estavam na barriga, eu sabia que elas eram minhas, que eu as amava por estarem ali, por serem parte da minha história, por terem um pedacinho meu em si, quando nasceram eu passava algumas horas na UTI, neste tempo elas dormiam, mal abriam os olhos, não expressavam nada, como eu poderia amar loucamente o que não conseguia conhecer, o que não conseguia entender???
Quando as meninas entrarão em casa e fizeram parte do meu dia, da minha vida, da minha rotina, e hoje posso garantir que conheço cada choro e gosto, hoje posso dizer com um certeza inabalável eu as amo, e são o maior bem da minha vida! Sim, por elas eu mataria e morreria, mas isso agora, aos 3 meses da vidinha delas!
Creio que deve acontecer com a maioria das mães o que houve comigo, mas como eu acho que sentem vergonha de dizer que somente amam o filho e não são desesperadoramente apaixonadas, ficam retraídas se sentindo culpadas, minimizadas e incapazes, eu inúmeras vezes me senti incapaz...mas agora mais do que nunca aliviada e apaixonada pelas meninas porém equilibrada!!
Como dizem os indianos na novela, eu construí um amor, ou melhor dois!
Assim que as meninas nasceram foi mágico, eu chorei na sala de parto, e ao vê-las pela primeira vez na incubadora, eu as amava, mas não amava como mãe, eu as amava como um pedaço de mim, algo que eu gerei, que eu fiz e somente, eu não sentia aquele amor avassalador, eu posso comparar com o amor de um amigo muito querido, elas eram amigas queridas que compartilharam comigo 7 meses de muitas mudanças, de muito choro e muita alegria, eram parte do meu dia, eram as “ pessoas” com quem eu desabafava, pra quem eu cantava, contava histórias ou o meu próprio dia-a-dia, eram amigas invisíveis aos meus olhos, mas sensíveis a minha alma e ao meu corpo, e quando pude vê-las em sua forma real, eu amei as companheiras dos meus 7 meses, como aquele amigo que você se corresponde por carta, você sabe que ele existe, você não o vê (em alguns casos nunca viu) mas você gosta dele, com as meninas foi assim eu gostava delas!
Logo que voltei pra casa, conversei com uma amiga e ela me falava do amor pelo filho, era incondicional, e de tudo que fazia por ele, e das noites que passava em claro, de como amamentou no peito durante mais de um ano, seu zelo e afeto transbordavam em cada palavra, e eu com tudo isso me sentia diminuída ao máximo, pensava que jamais seria capaz de sentir tal afeto pelas pequenas, me sentia a pior mãe do mundo, me perguntava porque aquele amor que ela sentia também não habitava em mim?! Porque eu não conseguia sentir esta urgência em amar que ela sentia? ! Confesso ter passado noites em claro me perguntando isso, de ter entrado no quarto das meninas enquanto elas estavam na uti e ter chorado muito, eu me lembrava da minha mãe voltando do hospital quando teve meu irmão mais novo em prantos, pois ele ficou na UTI por causa da icterícia,a minha mãe chorava de soluçar , isso não aconteceu comigo, o que me afundou mais ainda!
Claro, que assim que elas chegaram em casa, a situação mudou e foi crescendo uma urgência, uma necessidade de estar perto, de amá-las, de querer sempre o melhor, de ler e aprender, de ser a mãe, de fazer tudo por elas e não deixar ninguém tomar a minha frente, eu quis e me decidi que seria suficiente em tudo na vida delas, que eu trocaria, que eu daria banho (mas quem faz isso é o Brenner, por causa da minha coluna), que eu alimentaria, que eu ficaria acordada, que eu vestiria, que eu levaria ao médico, eu seria o que minha mãe é para mim até hoje, meu melhor exemplo!
Meu medo do fracasso, minha insegurança não me permitiam sequer mencionar o assunto, eu acha que era a única no mundo a sentir o que sentia, o que me impediu certamente de partilhar com o meu marido ou qualquer outra pessoa o que ocorria.
Só então ontem, ao ler o livro compreendi o óbvio, ninguém ama sem conhecer, eu tinha um conhecimento vago das minhas filhas enquanto elas estavam na barriga, eu sabia que elas eram minhas, que eu as amava por estarem ali, por serem parte da minha história, por terem um pedacinho meu em si, quando nasceram eu passava algumas horas na UTI, neste tempo elas dormiam, mal abriam os olhos, não expressavam nada, como eu poderia amar loucamente o que não conseguia conhecer, o que não conseguia entender???
Quando as meninas entrarão em casa e fizeram parte do meu dia, da minha vida, da minha rotina, e hoje posso garantir que conheço cada choro e gosto, hoje posso dizer com um certeza inabalável eu as amo, e são o maior bem da minha vida! Sim, por elas eu mataria e morreria, mas isso agora, aos 3 meses da vidinha delas!
Creio que deve acontecer com a maioria das mães o que houve comigo, mas como eu acho que sentem vergonha de dizer que somente amam o filho e não são desesperadoramente apaixonadas, ficam retraídas se sentindo culpadas, minimizadas e incapazes, eu inúmeras vezes me senti incapaz...mas agora mais do que nunca aliviada e apaixonada pelas meninas porém equilibrada!!
Como dizem os indianos na novela, eu construí um amor, ou melhor dois!
Primeiro passeio em família!

Domingo, arriscamos nosso primeiro passeio em família, fizemos uma visitinha a biza das meninas! Os preparativos começaram duas horas antes, arrumar a mala das meninas, macacão de malha porque estava calor, macacão de plush caso fizesse frio, body de manga curta, body de manga longa, calças e roupa extra pras eventualidades, fraldinhasde boca,lenço umidecido, fraldas, lavar e esterilizar mamadeiras, separá-las e levar pelo menos 3 pares conosco, separar uma lata de leite pra levar, arrumar os brinquedos, os carrinhos, os cobertores caso voltassemos muito tarde, e uma mantinha pra cobri-las durante o dia se sentissem frio, trocar as meninas, alimentá-las colocar a roupinha do passeio, ajeitar a casa, alimentar os cães, separar os cães, tomar banho, se trocar, verificar todas as luzes e portas, subir com tudo até o carro, se ajeitar no carro e seguir em frente! No fim de tudo, estavámos mortos de cansaço..rs mas foi tudo ótimo, as meninas se adaptam bem a qualquer ambiente e pessoa, não são choronas e se divertiram muito, no fim do dia estavam derrubadas, chegamos em casa e elas tomaram banho e pronto caminha!
Estou lendo Os Segrdos da Encantadora de Bebês, livro excelente esta ajudando muito a compreender as meninas!!! Agora elas estão aqui na minha cama, tirando um cochilo, brincaram a manhã toda..é gritinho dali, gritinho daqui..uma alegria só, a Clara é só sorrisos, a Duda é desconfiada mas depois que percebe que esta entre família distribui boas gargalhadas!!!
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